quinta-feira, 5 de outubro de 2023
Workshop "Ilustre Sintra"
quarta-feira, 14 de junho de 2023
Combater o racismo com as armas da História
No âmbito da Cidadania e Desenvolvimento, as turmas do 10.º ano, LH1 e LH2, desenvolveram um projeto englobando as disciplinas de História (com o núcleo de estágio da FCSH), Filosofia, MACS e Português. O projeto baseou-se na ideia de combater todas as formas de racismo, servindo também para comemorar o Dia Mundial da Diversidade Cultural Para o Diálogo e o Desenvolvimento, a 21 de maio. Partindo da análise de artigos atuais, os alunos debateram o tema, escreveram textos, poemas, desenharam e gravaram poemas de vários pontos do mundo (estes serão apresentados à posteriori neste site).
quarta-feira, 19 de abril de 2023
"Cinema, cem anos de juventude" na Miguel Torga
No âmbito da parceria entre a ESMT e a Associação Cultural “Os Filhos de Lumière”, a turma 10.º AVI tem vindo a participar no projeto “Cinema, cem anos de juventude”, sob a orientação da professora de Desenho A, Teresa Rodrigues.
Apoiado pela Câmara Municipal de Sintra, este projeto eminentemente experimental proporciona uma abordagem prática da literacia cinematográfica. Tal como os seus colegas europeus e de outros continentes, os nossos jovens reúnem-se com professores e profissionais de cinema para trabalharem o tema/questão do ano. Nestes encontros semanais, veem excertos de filmes e realizam exercícios que vão culminar com uma curta-metragem, a apresentar, posteriormente, no encontro nacional em que estarão presentes todas as equipas portuguesas envolvidas no projeto.
O programa "Outras histórias", da RTP1, acompanhou a equipa de filmagens e entrevistou os seus diferentes elementos, divulgando um projeto internacional que conquistou a nossa escola.
Clica aqui para ver a apresentação no programa na
RTP1
quarta-feira, 8 de março de 2023
O discurso do Secretário-Geral da ONU, no dia 8 de março de 2023
Quando se comemora o Dia Internacional das Mulheres, o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, alerta o mundo para o longo caminho a percorrer para atingirmos a igualdade entre homens e mulheres.
Deixamos aqui a tradução do seu discurso, cuja versão original, em inglês, se encontra no site das Nações Unidas.
"No mundo inteiro, o progresso nos direitos das mulheres está a desaparecer diante de nossos olhos. As últimas previsões estimam que, por este andar, serão necessários mais 300 anos para alcançar a plena igualdade de género.
As crises sucessivas atuais,
desde a guerra na Ucrânia até à emergência climática, afetam principalmente
mulheres e meninas. E como parte do retrocesso global contra a democracia, os
direitos das mulheres sobre os seus corpos e a autonomia sobre suas vidas estão
a ser questionados e negados.
Duas estatísticas tornam o nosso
fracasso muito claro:
A cada dez minutos, uma mulher ou rapariga é assassinada por um familiar ou parceiro íntimo.
E uma mulher morre a cada dois
minutos durante a gravidez ou o parto. A maioria dessas mortes são totalmente
evitáveis.
No Dia Internacional da Mulher,
devemos comprometer-nos a fazer melhor. Precisamos reverter essas tendências
horríveis e defender as vidas e os direitos de mulheres e meninas, em todos os
lugares.
Esta é uma das minhas principais
prioridades e um pilar central do trabalho das Nações Unidas em todo o mundo.
Do Sudão do Sul a Mianmar,
apoiamos mulheres e meninas em crise e garantimos que as suas vozes sejam
ouvidas nos processos de paz.
A vice-secretária-geral, Amina
Mohammed, visitou recentemente o Afeganistão com uma mensagem para as
autoridades: mulheres e meninas têm direitos humanos fundamentais e nunca
desistiremos de lutar por eles.
Este ano, o Dia Internacional da
Mulher concentra-se em acabar com as lacunas de género na ciência, na tecnologia
e na inovação. Globalmente, os homens têm 21% mais de possibilidades de estar online do que as mulheres – e acima de
50% mais de possibilidades em países com rendimentos baixos.
Mas mesmo os países mais ricos ficam
a perder por causa dos estereótipos de género e do preconceito histórico. Na
indústria de tecnologia, os homens superam as mulheres na proporção de dois
para um. Na Inteligência Artificial, de cinco para um.
Big data é o novo ouro e a base
das decisões políticas e de negócios de hoje. Mas muitas vezes ignora as
diferenças de género – ou ”fecha os olhos” às mulheres.
Devemos todos devemos ficar alarmados com
produtos e serviços que alimentam a desigualdade de género desde o início e utilizam
a inteligência artificial para disseminar o patriarcado e a misoginia.
Os Silicon Valleys deste mundo
não se devem tornar “Vales da Morte” para os direitos das mulheres.
As decisões médicas baseadas em
dados de corpos de homens podem não só prejudicar as mulheres, como podem ser mortais.
A discriminação contra as
mulheres na ciência e tecnologia é o resultado de séculos de patriarcado,
discriminação e estereótipos prejudiciais. As mulheres representam apenas 3%
dos Prémios Nobel em categorias científicas desde 1901. E as mulheres online – incluindo cientistas e jornalistas
– são frequentemente alvo de discurso de ódio sexista e abuso destinado a
silenciá-las e envergonhá-las.
Mas elas não serão silenciadas.
Mulheres e meninas em todos os lugares estão exigindo os seus direitos, e as suas
palavras reverberam em todo o mundo.
Precisamos de ação em várias
frentes para garantir que mulheres e meninas possam contribuir plenamente para
o conhecimento mundial por meio da ciência e da tecnologia.
Devemos derrubar barreiras - dos
dados discriminatórios aos estereótipos - que afastam, desde cedo, as meninas
do estudo de assuntos científicos.
Os decisores de todos os tipos
devem ampliar a participação e a liderança das mulheres em ciência e
tecnologia, por meio de cotas, se necessário.
Eles devem ser criativos,
ampliando os canais de recrutamento e contratando por competências. E devem ser
persistentes. A igualdade de género não acontecerá por si só; tem que ser
priorizada e procurada. Essa abordagem está a obter resultados nas Nações
Unidas, onde temos a nossa própria estratégia de paridade de género entre o nosso
pessoal.
Também precisamos de ação para
criar um ambiente digital seguro para as mulheres e responsabilizar tanto os
perpetradores de abuso online quanto
as plataformas digitais que os possibilitam.
As Nações Unidas estão a trabalhar
com governos, sociedade civil, setor privado, e outros, para desenvolver um
Código de Conduta destinado a reduzir danos e aumentar a responsabilidade em
plataformas digitais, ao mesmo tempo que defende a liberdade de expressão.
Os direitos das mulheres não são
um luxo que pode esperar até que resolvamos a crise climática, acabemos com a
pobreza e criemos um mundo melhor.
Investir em mulheres e meninas é
a maneira mais segura de elevar todas as pessoas, comunidades e países e
alcançar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Juntos, vamos
trabalhar por um mundo mais inclusivo, justo e próspero para mulheres e
meninas, homens e meninos, em todos os lugares."
O Agrupamento de Escolas Miguel Torga na prova municipal do CNL
No âmbito da 16.ª ed. do Concurso Nacional de Leitura, congratulamos o aluno Leonel Tavares de Pina, do 10.º CT4 , por se ter distinguido como um dos 3 finalistas da fase municipal, que decorreu a 3 de março, no Centro Olga Cadaval, em Sintra. O Leonel ficou, assim, automaticamente apurado para representar o concelho de Sintra, na fase distrital deste concurso.
Felicitamos ainda todos aqueles que participaram nesta prova a nível
de escola e, em particular, os que se destacaram com os melhores resultados e
aceitaram o desafio de representar o nosso agrupamento, em Sintra, a saber:
1º ciclo: Henrique Viegas e Jorge Nascimento
3º ciclo: Leonor Vilela
Ensino
secundário:
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| Leonel Tavares de Pina a receber o seu prémio |
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023
Exposição "Bestiário"
Está decorrer, na biblioteca da nossa escola, a exposição Bestiário. Inserida no projeto O Museu Fora de Si, esta exposição é constituída por obras da Coleção Municipal de Arte e das restantes coleções artísticas e científicas do Município que, direta ou indiretamente, remetem para um bestiário sintrense.
A primeira das três exposições do
projeto O Museu Fora de Si está patente até 26 de fevereiro de 2023, na Adega
da Quinta Nova da Assunção.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2022
Maratona de Cartas 2022: o maior evento de ativismo está de volta!
Estes são os casos em destaque em 2022
Clica aqui para assinares estes apelos.
segunda-feira, 21 de novembro de 2022
9ª Edição “Olhares do Mediterrâneo” - Cinema no Feminino
No âmbito da 9.ª ed. do festival de cinema no feminino, "Olhares do Mediterrâneo", 9 turmas do 11.º ano, da ESMT, acompanhadas pelos respetivos professores, foram ao Cinema São Jorge, no passado 17 de novembro.
173 alunos tiveram a oportunidade de assistir, numa das últimas grandes salas de cinema do nosso país, a um conjunto de curtas-metragens realizadas por mulheres que habitam a bacia do Mediterrâneo. Estes "olhares" proporcionaram-lhe uma abordagem sensível de temas/problemas do mundo que nos rodeia, e suscitaram debates e reflexões, em sala de aula.
«Memoria» de Nerea Barros (15’; doc.; Espanha)
O desaparecimento do Mar de Aral antecipa um futuro de catástrofes ecológicas. Neste filme, um antigo pescador conta a história de um mar que já não existe à neta, ainda criança.
«Lia» de Giulia Regini (15’; ficção, Itália)
Lia tem dezasseis anos e teve uma forte educação religiosa. Sente-se bem com os seus amigos, jovens que, como ela, vivem a moralidade cristã sem questionar demasiado os dogmas, mas tudo muda quando, num retiro, Lia descobre a intimidade, o prazer e a sexualidade.
«Memoir of a Veering Storm” de Sofia Georgovassili (14 ́; ficção; Grécia)
É uma manhã de Setembro e está prestes a rebentar uma tempestade. Uma mãe leva uma menina à escola de manhã, ma,s ao fim do dia, recolhe uma mulher. Anna, quinze anos, sai da escola sem ser vista e, com a ajuda do namorado, vai ao hospital. Ali, vai enfrentar um procedimento que a obrigará a crescer.
Trailer da curta "Memoir of a Veering Storm"
«Vientos de Primavera» de Carmen Pedrero (14 ́, ficção, Espanha)
Ao fim de quatro anos, Amelia vai tirar o colete ortopédico; finalmente vai poder usar calças e participar em visitas de estudo sem constrangimentos. Mas quando recebe uma má notícia, Amélia compreende que vai ter de aprender a aceitar-se.
Trailer da curta "Vientos de Primavera"
«Mesa Posta» de Beatriz de Sousa (10’30; documentário; Portugal)
A violência de uma vida mostrada na simplicidade dos gestos de quem a interpreta. Os hábitos, as crenças e os episódios de uma história de opressão são revelados no acto de pôr a mesa. Aí, a rutalidade da vida é confrontada na beleza da graciosidade dos objectos que a delimitam: a mesa é posta conforme a vida é contada.
«Warsha” de Dania Bdeir (16’; ficção; França, Líbano)
Mohammad é um operador de guindastes que trabalha em Beirute. Uma manhã oferece-se para cobrir um turno num dos guindastes notoriamente mais perigosos do Líbano. Longe do olhar dos outros, consegue viver o seu segredo e encontrar a liberdade.
PRÉMIOS
Menção Honrosa (sessão do Secundário) para MELHOR CURTA-METRAGEM: "Warsha", de Dania Bdeir
Prémio INATEL (sessão do Secundário) para MELHOR CURTA DE ESCOLA PORTUGUESA: "Mesa Posta", de Beatriz de Sousa.
terça-feira, 8 de novembro de 2022
Todos a contar para o orçamento familiar
No âmbito do Plano Nacional de Formação Financeira, foi elaborado um questionário que visa a sensibilização dos nossos jovens para a importância do orçamento familiar. Assim, todas as turmas do 9.º ano têm sido convidadas a dar o seu contributo para esta reflexão tão pertinente em tempos de crise.
Questionário - Orçamento familiar
quarta-feira, 26 de outubro de 2022
Mês Internacional das Bibliotecas Escolares
Integrada nas atividades do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, este ano subordinado ao tema “Ler para a paz e harmonia globais”, decorreu, nos dias 25 e 26 de outubro, a Estafeta de Leitura da ESMT.
À semelhança dos anos anteriores, a atividade processou-se da seguinte forma: à hora indicada, os alunos estafetas saíram da sua aula para ler um pequeno texto a outra turma. Após terem deixado esse testemunho, os estafetas dessa segunda turma repetiram o mesmo procedimento com a terceira turma, e assim sucessivamente.
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| Ana Luísa Amaral |
Uma botânica de paz: visitação
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| Natália Correia |








