quinta-feira, 27 de abril de 2017

Voluntariado na Índia


Convidamos a comunidade escolar a visitar a exposição de Artes dos alunos do 11.º E, que apresenta ilustrações realizadas na disciplina de Desenho A, da professora Graça Ramalho.
Os trabalhos inspiram-se numa experiência de voluntariado, na Índia, relatada pela professora Ana Cristina Leitão.




Na biblioteca, até 6 de junho.



quinta-feira, 20 de abril de 2017

25 de Abril


 “A grande revolução do 25 de Abril é a mudança do estatuto da mulher em termos jurídicos.”

Irene Pimentel



SABIAS QUE, antes do 25 de abril de 1974, …
  • as mulheres não tinham o mesmo direito de votar que os homens;
  • as mulheres precisavam da autorização dos maridos para exercer certas profissões;
  • as mulheres não podiam dedicar-se ao comércio sem o consentimento do marido;
  • as mulheres podiam trabalhar na administração pública, mas estavam excluídas das funções de autoridade;
  • as mulheres não tinham acesso à magistratura e ao ministério público;
  • as mulheres não podiam ingressar na carreira diplomática;
  • as mulheres não tinham autonomia para escolher a residência comum do casal, sendo esta uma decisão exclusiva do marido, salvo em casos muito excecionais;
  • as mulheres não podiam ser as administradoras dos bens do casal, nem que os respetivos maridos assim o desejassem, já que a lei o proibia expressamente. Só o homem, na qualidade de “chefe de família”, o podia fazer;
  • as mulheres casadas não podiam obter passaporte e ausentar-se do território nacional sem autorização do marido;
  • salvo algumas exceções, as mulheres nunca detinham o poder parental, que era exclusivamente atribuído ao marido; 
  • o marido tinha o direito de abrir a correspondência da mulher;
  • o Código penal previa uma pena atenuada para um marido ou pai que matasse a mulher adúltera ou as filhas menores de 21 se "corrompidas"; não havendo qualquer pena se as agressões fossem menores. 

A partir do 25 de abril, estas formas de tratamento desigual foram sendo suprimidas, fruto de reformas sucessivas ao Código Civil e ao Código Penal.




De onde viemos? O que somos? 
Para onde vamos?





E atualmente? Passadas quatro décadas sobre a eliminação de referências discriminatórias ao “chefe de família” e ao papel da mulher no “governo doméstico”, como se encontram os lares portugueses?

Para responder a esta questão, contámos com a colaboração de 120 alunos da nossa escola (60 raparigas e 60 rapazes, do 7º ao 12º ano) que preencheram anonimamente dois inquéritos*:

  • Tarefas domésticas na família
  • Tarefas domésticas no meu futuro

Apresentamos, aqui, os resultados obtidos no inquérito "Tarefas domésticas na família" e convidamos a comunidade escolar à reflexão, quando se comemoram os direitos conquistados com o 25 de abril de 1974.


Tarefas domésticas na família


Os outros lá em casa




E eu





Para ver os resultados do inquérito "Tarefas domésticas no meu futuro" clica em (1) e (2).





* Guião de Educação Género e Cidadania – 3º ciclo, editado pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Géneros – Presidência do Conselho de Ministros













segunda-feira, 17 de abril de 2017

Desafio Cinéfilo


Congratulamos os alunos Miguel S. (10º F),  Inês C. (10º F) e  Catarina B. (12º F) e Irina V. (12º F) que responderam, com sucesso, ao desafio cinéfilo do mês de março, relativo ao filme francês de animação Persépolis.

Baseado na banda desenhada autobiográfica homónima de Marjane Satrapi, Persépolis integra o Plano Nacional de Cinema e foi distinguido com o Prémio do Júri no Festival de Cannes, foi candidato ao Óscar de melhor longa-metragem de animação e, entre outras distinções, ganhou o Prémio do Público nos festivais de São Paulo e Roterdão e foi considerado o Melhor Filme de Animação pelo círculo de críticos de Nova Iorque e Los Angeles.