No Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, convidamos-te a aceitar um novo desafio sobre o tema do ano "Descobrir os caminhos para a saúde e bem-estar".
Basta descarregares a aplicação de leitura de códigos QR e responderes às perguntas que preparámos para ti, na Biblioteca.
Nestes dias de confinamento, a UNESCO convida os leitores do mundo inteiro a testemunhar o seu amor pela leitura através de uma mensagem positiva nas redes sociais, com as palavras-chave #WorldBookDay e #StayAtHome.
Citações para refletir
Os livros dão alma ao universo, asas para a mente, voo para a imaginação e vida para tudo. (Platão)
Uma casa sem livros é como um corpo sem alma. (Marcus Tullius Cícero)
Os livros são como a medicina; uma boa leitura pode curar um tolo. (Liu Xiang)
Os livros são para pessoas que desejam estar noutro lugar. (Mark Twain)
A principal vantagem dos livros é que nos permitem viajar sem sequer dar um passo. (Jhumpa Lahiri)
Os livros apoiam-nos na solidão e impedem-nos de sermos um fardo para nós mesmos. (Jeremy Collier)
Os livros são o comboio, o avião e a estrada. São o destino e a viagem. São a casa. (Anna Quindlen)
Ler bem é um dos grandes prazeres da solidão. (Harold Bloom)
Livros são magia portátil. (Stephen King)
Clássicos em formato digital
A Livraria Lello disponibiliza, desde 20 de abril, de forma gratuita, The Colection by livraria Lello, onde se encontram alguns clássicos, entre os quais: Edgar Allan Poe, Fernando Pessoa, Miguel de Cervantes e Herman Melville.
As Aventuras de Tom Sawyer, Mark Twain
Contos escolhidos, Edgar Allan Poe
Websites para descarregar gratuitamente ebooks em portuguès
Convidamos à descoberta da plataforma Goodreads onde o leitor pode divulgar os livros que anda a ler, escrever um comentário sobre os mesmos ou atribuir uma avaliação, procurar amigos e inteirar-se sobre o que estes andam a ler, ou aconselhar livros aos amigos.
Criada em 1977 pelo ICOM - Conselho Internacional de Museus, esta efeméride pretende contribuir para uma reflexão sobre o papel dos Museus no desenvolvimento da sociedade. Em 2020, o ICOM selecionou o tema aglutinador "Museus para a Igualdade: Diversidade e Inclusão", por forma a incentivar esses princípios nas instituições culturais.
Em Portugal, o dia 18 de maio coincide com a reabertura de Museus, Monumentos e Palácios da DGPC, cuja entrada gratuita foi determinada para assinalar a ocasião.
Clicar aqui para aceder ao programa no sítio da Direção-Geral do Património Cultural.
Comemora-se hoje, pela primeira vez, o Dia Mundial da Língua Portuguesa.
Alegra-nos ver reconhecida a importância do "contributo da língua portuguesa para a civilização humana" pelas restantes nações, através da UNESCO, a agência das Nações Unidas comprometida com a Educação, a Ciência e a Cultura.
O discurso do Secretário-Geral das Nações-Unidas, António Guterres, apresenta, de forma sucinta e inequívoca, a justificação deste celebração, precisamente durante a pandemia da Covid-19.
"A proclamação do dia 5 de maio como Dia Mundial da Língua Portuguesa é um justo reconhecimento da sua relevância global, ela própria uma afirmação de diversidade, a língua portuguesa vai-se construindo no dia-a-dia de vários povos de todos os continentes, num constante enriquecimento da sua multiculturalidade."
António Guterres
Secretário-geral da Organização das Nações Unidas
Alguns autores de língua portuguesa lidos por alumni da ESMT
Título: Amor é fogo que arde sem se ver Autor: Luís Vaz de Camões
Música: Mudar de vida Compositor: Carlos Paredes Duração: 1:06'
Jogral: Pedro Guerreiro
Título: Tempo de poesia Autor: António Gedeão Música: Prelude in D minor, BWV 935 Compositor: Johann SebastianBach Intérprete: Glenn Gould Duração: 0:58'
Clicar aqui para ler a mensagem da Senhora Audrey Azoulay,Diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial da Língua Portuguesam a 5 de maio de 2020.
Com vista a sensibilizar os cidadãos para o uso crítico e responsável dos media, quer como produtores quer como recetores de conteúdos, o Grupo Informal sobre Literacia Mediática lança anualmente, na semana de 3 a 9 de maio, os 7 Dias com os Media. Esta iniciativa promove uma série de atividades nas quais é possível participar coletiva ou individualmente, bastando, para tal, proceder ao seu registo e enviar os resultados para 7diasmedia@gmail.com.
DESAFIOS
Para participar nos desafios é preciso:
1. Ler as respetivas propostas nas hiperligações (em baixo)
2. Escolher uma ou mais
3. Realizar as atividades sugeridas
4. Enviar o resultado (desenho, texto, podcast, vídeo, foto, outros) através do e-mail: 7diasmedia@gmail.com
A emigração foi um dos muitos rostos do regime derrubado no dia 25 de Abril de 1974.
Poucos meses depois dessa data, o jornalista Luís Filipe Costa apresentou um programa sobre as causas desses movimentos migratórios, na sua relação com o Estado Novo, e as consequências sociais, demográficas e económicas para o país.
Os que partiam
Clicar aqui para ver o programa "A Emigração", da RTP Arquivos.
Os que ficavam
na cidade
no campo
E, como dizia a canção, "Não foi por vontade nem por gosto"...
Por Terras de França
José Mário Branco
Vou andando por terras de França
Pela viela da esperança
Sempre de mudança
Tirando o meu salário
Enquanto o fidalgo enche a pança
O Zé Povinho não descansa
Há sempre uma França
Brasil do operário
Não foi por vontade nem por gosto
Que deixei a minha terra
Entre a uva e o mosto
Fica sempre tudo neste pé
Vamos indo por terras de França
Nossa miragem de abastança
Sempre de mudança
Roendo a nossa grade
Quando vai o gado pra matança
Ao cabo da boa-esperança
Bolas pra bonança
E viva a tempestade
Não foi por vontade nem por gosto
Vamos indo por terras de França
Com a pobreza na lembrança
Sempre de mudança
Com olhos espantados
Canta o galo e a governança
A tesourinha e a finança
E os cães de faiança
Ladrando a finados
Não foi por vontade nem por gosto
Vamos indo por terras de França
Trocando a sorte pela chança
Sempre de mudança
Suando o pé de meia
Com a alocação e a segurança
Com sindicato e com vacança
Há sempre uma França
Numa folha de peia
Não foi por vontade nem por gosto
A história de um dos símbolos de 25 de Abril
Celeste dos Cravos
Da democracia nasceu o Serviço Nacional de Saúde
O direito universal à saúde
A importância do 25 de Abril de 1974 na vida das mulheres portugueses
contada pela escritora Maria Velho da Costa
REVOLUÇÃO
Elas fizeram greves de braços caídos. Elas brigaram em casa para ir ao sindicato e à junta. Elas gritaram à vizinha que era fascista. Elas souberam dizer salário igual e creches e cantinas. Elas vieram para a rua de encarnado. Elas foram pedir para ali uma estrada de alcatrão e canos de água. Elas gritaram muito. Elas encheram as ruas de cravos. Elas disseram à mãe e à sogra que isso era dantes. Elas trouxeram alento e sopa aos quartéis e à rua. Elas foram para as portas de armas com os filhos ao colo. Elas ouviram falar de uma grande mudança que ia entrar pelas casas. Elas choraram no cais agarradas aos filhos que vinham da guerra. Elas choraram de ver o pai a guerrear com o filho. Elas tiveram medo e foram e não foram. Elas aprenderam a mexer nos livros de contas e nas alfaias das herdades abandonadas. Elas dobraram em quatro um papel que levava dentro uma cruzinha laboriosa. Elas sentaram-se a falar à roda de uma mesa a ver como podia ser sem os patrões. Elas levantaram o braço nas grandes assembleias. Elas costuraram bandeiras e bordaram a fio amarelo pequenas foices e martelos. Elas disseram à mãe, segure-me aqui os cachopos, senhora, que a gente vai de camioneta a Lisboa dizer-lhes como é. Elas vieram dos arrabaldes com o fogão à cabeça ocupar uma parte de casa fechada. Elas estenderam roupa a cantar, com as armas que temos na mão. Elas diziam tu às pessoas com estudos e aos outros homens. Elas iam e não sabiam para aonde, mas que iam. Elas acendem o lume. Elas cortam o pão e aquecem o café esfriado. São elas que acordam pela manhã as bestas, os homens e as crianças adormecidas.
Dezembro 1975
Maria Velho da Costa, Cravo. Lisboa: Moraes Editores, 1976.
E Depois de Abril - Desigualdades (RTP)
Reportagem sobre as desigualdades entre homens e mulheres, no trabalho, antes e depois do 25 de Abril de 1974.
Em 1995, o Conselho das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) decidiu que tinha chegado o momento de homenagear o instrumento historicamente mais poderoso de difusão do conhecimento e o meio mais eficaz para assegurar a sua preservação, o livro. Considerou que todas as iniciativas que promovem a sua divulgação resultam não só no enriquecimento cultural de todos os que a ele tenham acesso, mas também desenvolvem uma perceção coletiva das tradições culturais no mundo e sensibilizam para comportamentos baseados na compreensão, na tolerância e no diálogo
Escolheram o dia 23 de abril como marco simbólico para a literatura universal, pois foi nessa data, em 1616, que faleceram Cervantes, Shakespeare e Inca Garcilaso de la Vega.
Assim, desde então, o dia é celebrado por milhões de pessoas, em mais de cem países, graças a iniciativas realizadas por associações, escolas, organismos públicos, grupos profissionais e empresas privadas.
“Um livro no coração. Todos somos Livros.” Cartaz de Mariana Rio.
#WorldBookDay e #StayAtHome
Lê para nunca te sentires só
Nestes dias de confinamento, a UNESCO convida os leitores do mundo inteiro a testemunhar o seu amor pela leitura através de uma mensagem positiva nas redes sociais, com as palavras-chave #WorldBookDay e #StayAtHome.
Citações
Os livros dão alma ao universo, asas para a mente, voo para a imaginação e vida para tudo (Platão)
Uma casa sem livros é como um corpo sem alma. (Marcus Tullius Cícero)
Os livros são como a medicina; uma boa leitura pode curar um tolo (Liu Xiang)
Os livros são para pessoas que desejam estar noutro lugar. (Mark Twain)
A principal vantagem dos livros é que nos permitem viajar sem sequer dar um passo (Jhumpa Lahiri)
Os livros apoiam-nos na solidão e impedem-nos de sermos um fardo para nós mesmos (Jeremy Collier)
Os livros são o comboio, o avião e a estrada. São o destino e a viagem. São a casa. (Anna Quindlen)
Ler bem é um dos grandes prazeres da solidão. (Harold Bloom)
Livros são magia portátil (Stephen King)
Clássicos em formato digital
A Livraria Lello disponibiliza, desde 20 de abril, de forma gratuita, The Colection by livraria Lello, onde se encontram alguns clássicos, entre os quais: Edgar Allan Poe, Fernando Pessoa, Miguel de Cervantes e Herman Melville.
As Aventuras de Tom Sawyer, Mark Twain
Contos escolhidos, Edgar Allan Poe
Websites para descarregar gratuitamente ebooks em portuguès
Convidamos à descoberta da plataforma Goodreads onde o leitor pode divulgar os livros que anda a ler, escrever um comentário sobre os mesmos ou atribuir uma avaliação, procurar amigos e inteirar-se do que estes leem de momento, ou aconselhar livros aos amigos.
Para ver e ouvir, conhecer os poetas da língua portuguesa, celebrar o nosso planeta Terra!
"Terra" - letras e música de Caetano Veloso
Terra
Quando eu me encontrava preso
Na cela de uma cadeia
Foi que vi pela primeira vez
As tais fotografias
Em que apareces inteira
Porém lá não estavas nua
E sim coberta de nuvens...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Ninguém supõe a morena
Dentro da estrela azulada
Na vertigem do cinema
Mando um abraço prá ti
Pequenina como se eu fosse
O saudoso poeta
E fosses a Paraíba...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Eu estou apaixonado
Por uma menina terra
Signo de elemento terra
Do mar se diz terra à vista
Terra para o pé firmeza
Terra para a mão carícia
Outros astros lhe são guia...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Eu sou um leão de fogo
Sem ti me consumiria
A mim mesmo eternamente
E de nada valeria
Acontecer de eu ser gente
E gente é outra alegria
Diferente das estrelas...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
De onde nem tempo, nem espaço
Que a força mande coragem
Prá gente te dar carinho
Durante toda a viagem
Que realizas no nada
Através do qual carregas
O nome da tua carne...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Nas sacadas dos sobrados
Da velha são Salvador
Há lembranças de donzelas
Do tempo do Imperador
Tudo, tudo na Bahia
Faz a gente querer bem
A Bahia tem um jeito...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?
Terra!