segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

EXPOsição para INvisuais





Um olhar diferente sobre o mundo que nos rodeia!

Ser invisual por meia hora.











sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Cinema na biblioteca





Sinopse: A história decorre no século XIX, durante o período da expansão para o oeste dos Estados Unidos. Shane, um misterioso antigo pistoleiro, torna-se amigo de uma família de colonos que lutam pelos seus direitos contra os grandes criadores de gado. Embora querendo mudar de vida, Shane vê-se forçado a participar no duelo decisivo ao lado dos colonos…


Sê o mais rápido a responder a algumas perguntas sobre o filme e habilita-te a ganhar um prémio.


Inscreve-te já na biblioteca, pois os lugares são limitados








quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Concurso Nacional de Leitura - 10.ª edição


Parabéns a todos os alunos que aceitaram o desafio de participar na  1.ª fase do Concurso Nacional de Leitura!

Anunciamos, seguidamente, os vencedores da nossa escola.

VENCEDORES:

3º ciclo – Ensino Básico

1.º lugar: Ana Filipa Pereira Lopes - 9º B
2.º lugar (ex aequeo): Hugo Marques de Sousa - 9º A; Maria Alice Pereira Gouveia - 8º A


Ensino Secundário

1º lugar: Mariana Carvalho Ramos - 12º E
2.º lugar : Jéssica Araújo Machado - 12º B
3º lugar: Larissa Batista de Souza - 10º B





Excertos selecionados para leitura expressiva, na 2.ª fase do CNL:


ENSINO BÁSICO



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ENSINO SECUNDÁRIO


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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Cinema na Biblioteca

No âmbito da projeção da comédia musical Serenata à chuva, nesta última quinta-feira, os espetadores foram desafiados a responder a algumas perguntas sobre a história deste género cinematográfico e a escala do plano* de alguns fotogramas do filme.
Congratulamos as vencedoras:

Carolina Ribeiro, 7º B

Bárbara Martins, 7º D





* A escala do plano cinematográfico

     (a distância entre a câmara e o objeto) 

A) Plano geral – cobre o espaço natural em que a personagem já se consegue distinguir (o espaço domina).
B) Plano de Conjunto – cobre o cenário construído e as personagens.
C) Plano médio/de figura inteira – a personagem é enquadrada na sua totalidade (a personagem domina o ambiente circundante).
D) Plano americano – a personagem é enquadrada dos joelhos ou das coxas para cima.
E) Plano próximo/aproximado/ de meia figura – a personagem é enquadrada da cintura ou do peito para cima.
F) Grande plano – a personagem é enquadrada do pescoço para cima.







terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Feira de Natal

Na biblioteca, de 10 a 17 de dezembro.



Convite especial aos Encarregados de Educação que queiram participar nesta Feira de Natal, onde poderão realizar a sua troca de livros.






terça-feira, 3 de novembro de 2015

Concurso Nacional de Leitura - 10.ª edição



Destinado aos alunos do ensino básico e secundário, o Concurso Nacional de Leitura constitui um desafio que pretende estimular o treino da leitura e desenvolver competências de expressão escrita e oral.

Obras a ler para a 1.ª fase do concurso:  


3.º ciclo – Ensino Básico
  • Vanessa vai à luta - Luísa Costa Gomes
  • Bichos - Miguel Torga





Ensino Secundário
  • Lazarilho de Tormes - Anónimo
  • Fahrenheit 451 -  Ray Bradbury



Esta prova eliminatória será realizada na biblioteca da escola, a 14 de janeiro de 2016.



Inscreve-te já na biblioteca da tua escola!


sexta-feira, 29 de maio de 2015

Energia Nuclear. Não, obrigado?


É como muito prazer que anunciamos a palestra do investigador do Instituto Superior Técnico, Dr. António Falcão, sobre a temática da Energia Nuclear.
As inscrições estão ainda abertas, mas não demorem, pois já são em número limitado.









terça-feira, 19 de maio de 2015

Jéssica Fernandes, vencedora da prova de Geografia do SuperTmatik!



Parabéns à Jéssica Fernandes pela sua prestação na Grande Final Online do SuperTmatik de Geografia. Numa prova em que participaram 7 150 concorrentes, a Jéssica ficou colocada na 1ª posição!


clicar aqui para ver os resultados






Congratulamos, ainda, todos os finalistas dos campeonatos de SuperTmatik que se destacaram nas Grandes Finais Online, entrando, assim, para o pódio do TOP 100. 






quinta-feira, 23 de abril de 2015

Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor

No âmbito da comemoração do Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, as escolas do concelho de Sintra param para ler, hoje, 23 de abril, das 9h30 às 9h45 e das 14h45 às 15h00.

A ESMT convida a comunidade escolar a aderir a esta iniciativa, aproveitando a oportunidade para comemorar a Revolução de Abril, com a leitura de alguns poetas que cantaram a liberdade e a resistência.

Seguem-se alguns dos textos que serão lidos durante o dia.



Ariane

Ariane é um navio.
Tem mastros, velas e bandeira à proa,
E chegou num dia branco, frio,
A este rio Tejo de Lisboa.

Carregado de Sonho, fundeou
Dentro da claridade destas grades...
Cisne de todos, que se foi, voltou
Só para os olhos de quem tem saudades...

Foram duas fragatas ver quem era
Um tal milagre assim: era um navio
Que se balança ali à minha espera
Entre as gaivotas que se dão no rio.

Mas eu é que não pude ainda por meus passos
Sair desta prisão em corpo inteiro,
E levantar âncora, e cair nos braços
De Ariane, o veleiro.


Miguel  Torga (escrito na cadeia do Aljube)



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"Estou farta de batatas até aos olhos não posso ver batatas à minha frente porque tenho um azar danado enquanto toda a gente hoje tem o DIA mundial da poupança eu nasci numa casa em que andamos há cinco anos ou mais sim ou mais que eu tenho a impressão de que nunca vivemos senão assim mas o melhor é voltar ao que eu estava a contar enquanto toda a gente tem o dia mundial da poupança nós lá em casa andamos no ANO inteiro da poupança e o pior é que já vamos para o quarto ano da poupança e para quê? para chegarmos vivos ao fim do mês vivos mas cheios de batatas até aos olhos (...) deviam dar uma medalha ao meu Pai porque ele é um homem bestial que inventou a tal poupança antes do resto do mundo cá para mim deviam pôr o retrato dele nos livros de história ao lado dos retratos dos navegadores porque ele descobriu a poupança antes dos outros sim porque a verdade é que a gente lá em casa anda a navegar em poupança antes dos outros há tantos anos que nem conhecemos outra coisa eu cá por mim estou à espera para ver se compro um livro de matemática porque com o dinheiro que o meu Pai ganha nem para o ano mas para voltarmos outra vez ao que eu estava a dizer o que eu quero é que ponham debaixo dos cartazes (do Dia Mundial da Poupança) «Viva o Pai da Guidinha que inventou o Ano da Poupança Doméstica» ou qualquer outra coisa parecida para se fazer justiça” in Redacções da Guidinha 


Luís de Sttau Monteiro
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Queixa das almas jovens censuradas

Dão-nos um lírio e um canivete
e uma alma para ir à escola
mais um letreiro que promete
raízes, hastes e corola

Dão-nos um mapa imaginário
que tem a forma de uma cidade
mais um relógio e um calendário
onde não vem a nossa idade

Dão-nos a honra de manequim
para dar corda à nossa ausência.
Dão-nos um prémio de ser assim
sem pecado e sem inocência

Dão-nos um barco e um chapéu
para tirarmos o retrato
dão-nos bilhetes para o céu
levado à cena num teatro

Penteiam-nos os crânios ermos
com as cabeleiras das avós
para jamais nos parecermos
connosco quando estamos sós

Dão-nos um bolo que é a história
da nossa historia sem enredo
e não nos soa na memória
outra palavra que o medo

Temos fantasmas tão educados
que adormecemos no seu ombro
somos vazios despovoados
de personagens de assombro

Dão-nos a capa do evangelho
e um pacote de tabaco
dão-nos um pente e um espelho
pra pentearmos um macaco

Dão-nos um cravo preso à cabeça
e uma cabeça presa à cintura
para que o corpo não pareça
a forma da alma que o procura

Dão-nos um esquife feito de ferro
com embutidos de diamante
para organizar já o enterro
do nosso corpo mais adiante

Dão-nos um nome e um jornal
um avião e um violino
mas não nos dão o animal
que espeta os cornos no destino

Dão-nos marujos de papelão
com carimbo no passaporte
por isso a nossa dimensão
Não É A Vida, Nem É A Morte

Natália Correia

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Os paraísos artificiais

Na minha terra, não há terra, há ruas;
mesmo as colinas são de prédios altos
com renda muito mais alta.

Na minha terra, não há árvores nem flores.
As flores, tão escassas, dos jardins mudam ao mês,
e a Câmara tem máquinas especialíssimas para desenraizar as árvores.

O cântico das aves – não há cânticos,
mas só canários de 3º andar e papagaios de 5º.
E a música do vento é frio nos pardieiros.

Na minha terra, porém, não há pardieiros,
que são todos na Pérsia ou na China,
ou em países inefáveis.

A minha terra não é inefável.
A vida da minha terra é que é inefável.
Inefável é o que não pode ser dito. 

Jorge de Sena



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LIX      
        
Todas as noites toca um telefone na Lua.

Sou eu, sou eu a marcar o número automático dos poetas de hoje
para gritar cá de baixo em código de astros:


Está lá? Está lá? Aqui Terra, zero, zero, zero, zero, zero.
S.O.S.! Fome, ódio de mil patas, tiranos com cutelos de cinzas,
bandeiras de pele humana, olhos furados de cardos,
mortos que só vêem o céu através dos caminhos das raízes
‑ e as mães a baterem nos filhos
para lhes ensinarem a instrução primária das lágrimas.


Aqui escravos, preguiça, azorragues de chumbo derretido,
exportação de tédio dos palácios dos ricos, carregamentos de bocejos,
suor em latas para discursos de demagogos,
mordaças com restos de bocas de cadáveres,
fúria de túmulos, guerra, raptos, incestos, automóveis imbecis,
saques, mandíbulas nos olhos a roerem o azul
‑ e os dedos de súbito de ferro-em-brasa nos seios das mulheres,
lodo de sol aparente
que continuam a ser deusas nos jantares de cerimónia
com os colos luzidios das horas empertigadas.


Aqui planeta zero, zero, zero, nada, torres de musgo,
punhais a rasgarem noites em vez de chagas,
países de arame farpado, vulcões de sangue,
batalhas trespassadas do frio dos esqueletos concretos
‑ e ainda por cima a carne das mulheres só é real um momento,
um momento apenas
e em vão tentamos fixá-la com um sopro de frio
no rasto deste defunto com um caixão às costas
cheio de corações vivos.S.O.S.! S.O.S.!


Fantasmas de todos os planetas! Fantasmas de todos os planetas!
Saltai em pára-quedas no silêncio que há por dentro do silêncio
e vinde salvar-nos!


Vinde salvar os homens
para aqui abandonados ao pesadelo de si mesmos,
só a serem homens,
homens apenas,
homens sempre,
de manhã até à noite,
semi-homens,
infra-homens,
super-homens,
ex-homens...


E fartos, fartos, fartos, fartos, fartos, fartos
desta desistência
de já nem quererem ser deuses!


Nem de transformarem os cavalos em relâmpagos!           
   

José Gomes Ferreira



sábado, 18 de abril de 2015

Encontro com o escritor Jacinto Lucas Pires

 



No âmbito do programa da Câmara Municipal de Sintra "Os escritores vão à escola", temos o prazer de  receber o autor Jacinto Lucas Pires, no próximo dia 21 de abril, pelas 13h30, no Auditório.

 
"Jacinto Lucas Pires (1974) estudou Direito na Universidade Católica de Lisboa e Cinema na New York Film Academy. Publicou o seu primeiro livro em 1996 e trabalha como dramaturgo e cineasta. A sua obra encontra-se publicada em português pelos Livros Cotovia e também em espanhol, croata e tailandês. Várias peças suas estão traduzidas em francês, espanhol, inglês e norueguês. Em Portugal, os seus textos foram encenados por Manuel Wiborg, Ricardo Pais, Marcos Barbosa e João Brites. Alguns dos seus contos foram incluídos em colectâneas na Alemanha, em França, em Itália, na Bulgária, no Brasil e em Espanha...."

Clica aqui para continuares a ler a biografia do autor, no sítio da editora Cotovia.