quarta-feira, 23 de abril de 2014

As escolas de Sintra param para ler


No âmbito da comemoração do Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, as escolas do concelho de Sintra param para ler, hoje, 23 de abril, das 9h30 às 9h45 e das 14h45 às 15h00.

A ESMT convida a comunidade escolar a aderir a esta iniciativa, aproveitando a oportunidade para comemorar a Revolução de Abril, com a leitura de alguns poetas que cantaram a liberdade e a resistência.




                               

QUEM A TEM…

Não hei-de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.   
       
Eu não posso senão ser
desta terra em que nasci.
Embora ao mundo pertença
e sempre a verdade vença,
qual será ser livre aqui,
não hei-de morrer sem saber.

Trocaram tudo em maldade,
é quase um crime viver.
Mas, embora escondam tudo
me queiram cego e mudo,
não hei-de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.

Jorge de Sena, 1956


AR LIVRE

Ar livre, que não respiro!
Ou são pela asfixia?
Miséria de cobardia
Que não arromba a janela
Da sala onde a fantasia
Estiola e fica amarela!

Ar livre, digo-vos eu!
Ou estamos nalgum museu
De manequins de cartão?
Abaixo! E ninguém se importe!
Antes o caos que a morte...
De par em par, pois então?!

Ar livre! Correntes de ar
Por toda a casa empestada!
(Vendavais na terra inteira,
A própria dor arejada,
- E nós nesta borralheira
De estufa calafetada!)

Ar livre! Que ninguém canta
Com a corda na garganta,
Tolhido da inspiração!
Ar livre, como se tem
Fora do ventre da mãe
Desligado do cordão!

Ar livre, sem restrições!
Ou há pulmões,
Ou não há!
Fechem as outras riquezas,
Mas tenham fartas as mesas
Do ar que a vida nos dá!
            
Miguel Torga, Cântico do Homem, 1950



TROVA DO VENTO QUE PASSA 
Clicar aqui para ouvir o poema cantado por Adriano Correia de Oliveira
  

Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.
    
Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.
   
Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.
   
Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.
   
Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio -- é tudo o que tem
quem vive na servidão.
   
Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.
   
E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.
   
Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.
   
Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).
   
Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.
   
E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.
   
Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.
   
E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.
   
Quatro folhas tem o trevo
liberdade quatro sílabas.
Não sabem ler é verdade
aqueles pra quem eu escrevo.
   
Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.
   
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.
   

Manuel Alegre, Praça da Canção, 1965.




O POEMA POUCO ORIGINAL DO MEDO

O medo vai ter tudo
pernas
ambulâncias
e o luxo blindado
de alguns automóveis

Vai ter olhos onde ninguém os veja
mãozinhas cautelosas
enredos quase inocentes
ouvidos não só nas paredes
mas também no chão
no tecto
no murmúrio dos esgotos
e talvez até (cautela!)
ouvidos nos teus ouvidos

O medo vai ter tudo
fantasmas na ópera
sessões contínuas de espiritismo
milagres
cortejos
frases corajosas
meninas exemplares
seguras casas de penhor
maliciosas casas de passe
conferências várias
congressos muitos
óptimos empregos
poemas originais
e poemas como este
projectos altamente porcos
heróis
(o medo vai ter heróis!)
costureiras reais e irreais
operários
             (assim assim)
escriturários
              (muitos)
intelectuais
              (o que se sabe)
com certeza a deles
a tua voz talvez
talvez a minha

Vai ter capitais
países
suspeitas como toda a gente
muitíssimos amigos
beijos
namorados esverdeados
amantes silenciosos
ardentes
e angustiados

Ah o medo vai ter tudo
tudo

(Penso no que o medo vai ter
e tenho medo             .
que é justamente
o que o medo quer)
          
                
O medo vai ter tudo
quase tudo
e cada um por seu caminho
havemos todos de chegar
quase todos
a ratos

Sim
a ratos
              
Alexandre O’Neill, Abandono Vigiado, 1960





NÃO HÁ MACHADO QUE CORTE 

Clicar aqui para ouvir o poema cantado por  Manuel Freire




Não há machado que corte 
a raíz ao pensamento) [bis] 
(não há morte para o vento 
não há morte) [bis] 

Se ao morrer o coração 
morresse a luz que lhe é querida 
sem razão seria a vida 
sem razão 

Nada apaga a luz que vive 
num amor num pensamento 
porque é livre como o vento 
porque é livre.

Carlos Oliveira




CANTIGA DE ABRIL

Às Forças Armadas e ao povo de Portugal

«Não hei-de morrer sem saber qual a cor da liberdade»
J. de S.



Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Quase, quase cinquenta anos
reinaram neste pais,
e conta de tantos danos,
de tantos crimes e enganos,
chegava até à raiz.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Tantos morreram sem ver
o dia do despertar!
Tantos sem poder saber
com que letras escrever,
com que palavras gritar!
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Essa paz de cemitério
toda prisão ou censura,
e o poder feito galdério.
sem limite e sem cautério,
todo embófia e sinecura.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Esses ricos sem vergonha,
esses pobres sem futuro,
essa emigração medonha,
e a tristeza uma peçonha
envenenando o ar puro.
Qual a cor da liberdade?
É verde. verde e vermelha.
Essas guerras de além-mar
gastando as armas e a gente,
esse morrer e matar
sem sinal de se acabar
por politica demente.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Esse perder-se no mundo
o nome de Portugal,
essa amargura sem fundo,
só miséria sem segundo,
só desespero fatal.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Quase, quase cinquenta anos
durou esta eternidade,
numa sombra de gusanos
e em negócios de ciganos,
entre mentira e maldade.
Qual a cor da liberdade?
E verde, verde e vermelha.
Saem tanques para a rua,
sai o povo logo atrás:
estala enfim altiva e nua,
com força que não recua,
a verdade mais veraz.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
                     26-28(?)/4/1974
                    
 Jorge de Sena, in "40 anos de servidão"



25 de Abril

Esta é a madrugada que eu esperava 
O dia inicial inteiro e limpo 
Onde emergimos da noite e do silêncio 
E livres habitamos a substância do tempo 

Sophia de Mello Breyner Andresen




sexta-feira, 18 de abril de 2014

Exposição "A Raia e a Guerra Civil de Espanha"


"Nas aldeias e vilas da raia, o conflito fratricida foi intensamente vivido pelas ligações seculares à fronteira, à vinda dos refugiados e também pelas ideologias em disputa."

Quando se comemoram os 40 anos do 25 de Abril, recordemos a luta por uma mesma causa no país irmão.

Na biblioteca, de 23 de abril a 16 de maio de 2014.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Semana da Leitura - momentos a recordar


LEITURAS PARTILHADAS
 Encontros programados entre turmas do 3.º ciclo e do ensino secundário 



 Aqui, comungaram as vozes para cantar 8 Séculos de Língua Portuguesa.

 



 Ergueram-se para evocar a diáspora lusitana. 




Procurando, descobrindo sentidos.




Unindo os esforços para transmitir emoções.




E partilhar o desejo de sonhar.





LEITURAS PARTILHADAS POR:





ATELIER DE ILUSTRAÇÃO 

Esta foi também a semana em que a turma 8º F descobriu o trabalho da ilustradora Ana Sofia Gonçalves, no atelier "No tempo em que os animais falavam".










Por essa ocasião, os alunos encetaram a sua própria conceção de animais fantásticos, orientados pela artista plástica e, mais tarde, pelas professores Lurdes Rolo e Mª Henrique. 







Ficamos a aguardar ansiosamente a galeria destes retratos habitados por um sopro criativo.







domingo, 30 de março de 2014

Frederico Mendonça - 3º Prémio do Concurso Nacional "Faça lá um poema!"


Temos o grato prazer de anunciar que Frederico Teodoro Paulo Burnay de Mendonça, da turma 12º E, foi vencedor do 3.º Prémio, na categoria do E. Secundário, da 6ª Edição do Concurso "Faça lá um poema!"  (2014), com o poema “Ainda bem que não estou apaixonado”.

.


A cerimónia de entrega de prémios decorreu durante as celebrações do dia mundial da poesia, na sala Sophia de Mello Breyner Andresen, do Centro Cultural de Belém. O recital, que divulgou a verve poética dos jovens autores, foi intercalado com um espetáculo dirigido por Teresa Gentil com poemas musicados de autores portugueses como Fernando Pessoa, Natália Correia e Eugénio de Andrade, entre outros. Para grande deleite de uma plateia atenta, os poemas vencedores foram também pontuados por um acompanhamento musical.









Jorge Barreto Xavier
Secretário de Estado da Cultura
Fernando Pinto do Amaral
Comissário do PNL





Ainda bem que não estou apaixonado 


 Eu que penso e
Que tanta vida já vivi,
E que muito hei de viver,
Tenho o prazer de dizer,
Com muitíssimo agrado
Que não estou apaixonado.

Amar é chatice,
Amar é burrice.
Não consigo entender
Como se pode escrever
Com tão grande esplendor
Sobre esse drama que é o amor.

Tão tristemente
Vive essa gente
Que ama, ou diz amar,
Porque não dá para explicar
Essa boa sensação,
Que não é mais que ilusão.

E assim a resumi
Essa dor que já vivi,
Que dizem ser prazer.
Mas o que hei eu de fazer?
Se querem ser enganados,
Que vivam apaixonados.

Que grite desalmadamente
Como se hipoteticamente
Tivesse sido sempre mudo.
Não pense muito e diga tudo
O que lhe vai no coração,
Mesmo sendo uma ilusão.





Clique AQUI para ler os poemas dos vencedores do concurso Faça lá um poema!
Que vivam enganados,
E que quando separados
Nem que seja pela morte
Sintam como a dor é forte,
A dor do que queremos ser
Com tão pouco se perder.

Que vivam com piropos.
Que até estarem roucos,
Repitam testamentos
A falar desses momentos
Em que felizes se achavam,
Mas que disso não passavam.

Que gabem o humano calor,
Que eu cá tenho um cobertor.
Podem-se todos gabar,
Que eu continuo a achar
Que amar é ser louco
E de bom tem isso pouco.

Quando olho para aquelas
Felizes faces daquelas
Pessoas apaixonadas,
Vejo caras enganadas.
Perdoem-me a dureza
Mas eu cá só vejo tristeza.

Que vivam com as flores,
Colham também os dissabores!
Desengane-se quem pensa,
Se é que quem ama pensa,
Que o amor é o paraíso.
Ganhem mas é juízo.

Frederico Mendonça









sexta-feira, 14 de março de 2014

Semana da Leitura


Nesta 8.ª edição da Semana da Leitura, juntamo-nos às comemorações que congregam os países da CPLP, no reconhecimento dos 800 anos da língua portuguesa.*
Assim, neste prenúncio de primavera, pretende-se pôr o português nas bocas do mundo. Surpreendendo os mais distraídos com umas erupções literárias. Soltando umas feras amansadas do tempo em que os animais falavam. 







* O Testamento de D. Afonso II, datado de 27 de junho de 1214, surge como o primeiro, ou um dos primeiros documentos escritos em língua portuguesa,  destacando-se, deste modo, como referencial para estas comemorações.


"Em nome de Deus, eu, D. Afonso, pela Graça de Deus Rei de Portugal, sendo são e salvo e temendo o dia da minha morte (…) mando que meu filho, o infante Sancho, que tive da rainha Urraca herde todo o reino e em paz. Se este morrer sem herdeiros, o filho mais velho que eu tiver da rainha Urraca que herde todo o reino e em paz. E se não tivermos filho varão, que o herde a nossa filha mais velha. E se na altura da minha morte, o meu filho ou filha que venha a reinar não for de maior idade, que o poder seja entregue à rainha mãe, até que possua a idade (…)"

Testamento de D. Afonso II (adaptação)



Testamento de D. Afonso II

quinta-feira, 13 de março de 2014

Parabéns aos vencedores do concurso SuperTmatik!


Congratulamos todos o alunos que aceitaram o desafio para as eliminatórias do SuperTmatik e as professores Mª João Duarte, Fátima Marques, Adelaide Pinto, Margarida Dias, Lígia Oliveira e Ana Cristina Martins, sem as quais o SuperT não teria chegado às turmas !

Na sequência da realização deste concurso, nas disciplinas de Geografia, Físico-Química e Ciências Naturais, foram apurados os seguintes  vencedores:
                                                                         

                                                                                  
GEOGRAFIA

7º ano:
1º lugar: Leusana Melo -  7º B
2º lugar: Mariana Barreiro - 7º B

8º ano:
1º lugar: Madalena Rodrigues - 8º B
2º lugar: Jéssica Fernandes - 8º B
                                                                     
                                                              






FÍSICO-QUÍMICA: 

8º ano
1º lugar: Jéssica Fernandes - 8º B
2º lugar: Madalena Rodrigues - 8º B











CIÊNCIAS NATURAIS:

8º ano
1º lugar: Luís Justino - 8º E
2º lugar: Tiago Fernandes - 8º C












segunda-feira, 3 de março de 2014

O Estado Novo e a Mulher


No âmbito da comemoração do Dia Internacional da Mulher, a 8 de março, convidamos a comunidade educativa a visitar a exposição das Bibliotecas Municipais de Lisboa, que ilustra como o Estado Novo se serviu do género feminino para veicular a sua ideologia fascista.


Na Biblioteca de 6 de 17 de março


A este propósito, sugere-se o visionamento do programa Ler Mais, Ler Melhor, onde a historiadora Irene Flunster Pimentel apresenta uma breve reflexão sobre a história da condição feminina em Portugal, tendo por base o seu livro - A cada um o seu lugar - A política feminina do Estado Novo, publicado pela Temas e Debates.





E atualmente?

De acordo com um comunicado de imprensa da Comissão Europeia publicado a 28 de março do corrente ano, "atualmente, as mulheres trabalham 59 dias de graça até atingirem o montante ganho pelos homens."







quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

2.ª fase do Concurso Nacional de Leitura: obras selecionadas


No âmbito da 2ª fase do  Concurso Nacional de Leitura,  informamos que foram selecionadas as seguintes obras para leitura obrigatória:


3.º Ciclo

Sonho de uma noite de verão de William Shakespeare / versão Hélia Correia. - Lisboa : Relógio D'Água, 2010. - 106 p. - (Teatro).  ISBN 972-708-757-4

O aprendiz de guerreiro / Margarida Fonseca Santos – 1ª ed. - Lisboa : Presença, 2007. - 153, [2] p . ISBN: 978-972-233-799-1





Secundário

Debaixo de algum céu / Nuno Camarneiro. - 1ª ed. - Lisboa : Leya, 2013. - 199 p. ISBN 978-989-660-239-0

O retorno / Dulce Maria Cardoso. - 1ª ed. - Lisboa : Tinta da China, 2012. - 267, [5] p. ISBN 978-989-671-116-0





Os alunos vencedores da 1.ª fase poderão requisitar estas obras, na biblioteca, a partir de segunda-feira, 24 de fevereiro.




terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

O que pensam os nossos alunos da segurança na Internet


Comentários de alguns alunos da turma 9ºT3PA

1- Vídeo "PENSE ANTES DE COLOCAR ONLINE"



Antes de postar cenas na Internet, devemos ter muito cuidado, porque poderão ser vistas por milhões de pessoas.
Aluno da turma 9ºT3PA

O que conseguimos retirar deste vídeo é a ideia de que temos de ter cuidado com as nossas imagens/vídeos etc, que disponibilizamos para amigos, familiares ou público, pois, uma vez que são disponibilizados, nunca mais as podemos recuperar e isso pode levar a que sejamos “gozados” ou falados entre outras pessoas tanto pelo lado bom como mau. 
Fábio Alexandre, 9ºT3PA

Não devemos colocar fotos nossas menos apropriadas nas redes sociais, porque elas nunca vão desaparecer e com isso podem estragar a vida de alguma pessoa.
Aluno da turma 9ºT3PA

Este vídeo mostra realmente que a internet é uma porta aberta para o mundo. Devemos ter cuidado, pois as coisas que lá fazemos não são esquecidas. Devemos ter atenção ao que postamos nas redes sociais.
Daniela Martins 9º T3PA  



2- Vídeo "A PRIVACIDADE NAS REDES SOCIAIS"



Devemos ter cuidado com as fotos que tiramos para postar na net, principalmente, se aparecerem amigos nas fotos, pois não sabemos se os nossos amigos querem essas fotos na net.
Aluno da turma 9ºT3PA

Este vídeo mostra que devemos ter o máximo de cuidado com tudo o que postamos pois nunca iremos saber o que iriam fazer às coisas que partilhamos e nem sempre conhecemos os nosso “amigos“ das redes sociais.
Fábio Alexandre, 9ºT3PA

Só podemos publicar fotos dos nossos amigos com a autorização deles.
Aluno da turma 9ºT3PA

     A privacidade é um direito que todos nós temos. Muitas pessoas só se preocupam com o bem delas, esquecendo, assim, que nós também queremos estar bem. Temos que ter cuidado com as fotos que metemos na net.
      Daniela Martins 9º T3PA  




3- Vídeo "PERIGOS REDES SOCIAIS
 RESERVA-TE. NÃO TE EXPONHAS"


Devemos ter cuidado com as fotos que expomos.
Aluno da turma 9ºT3PA

Com este vídeo aprendemos que nos devemos proteger na Internet e mais uma vez alerta-nos para o facto de devermos ter cuidado com o que partilhamos.
Fábio Alexandre, 9ºT3PA

Mais uma vez devemos pensar no que metemos nas redes sociais, porque o que postamos nunca vai desaparecer.
Aluno da turma 9ºT3PA

      Devemo-nos preservar e não nos expor. As pessoas podem ser más.
      Daniela Martins  9º T3PA 



4- Vídeo "PERIGOS DA INTERNET"



Não devemos dar os nossos dados a ninguém.
Aluno da turma 9ºT3PA

Não devemos divulgar os nossos dados pessoais a quem quer que seja, pois até com perguntas que nos pareçam “normais”, quem está do outro lado, consegue localizar-nos e, quem sabe, ter ações menos boas.
          Fábio Alexandre, 9ºT3PA

     Em nenhum lado devemos meter os nossos dados pessoais, só em site que conhecemos que são seguros, porque não sabemos onde os nossos dados vão parar.
        Aluno da turma 9ºT3PA
       
        Não devemos dar os nossos dados pessoais, pode ser muito perigoso.    
      Daniela Martins  9º T3PA 



5- Vídeo "O PERIGO À DISTÂNCIA DE UM CLIQUE"


Não devemos falar com pessoas estranhas na Internet, nem dar os nossos dados. Devemos falar com os nossos pais sobre estes assuntos.
Aluno da turma 9ºT3PA


Demonstração de vários exemplos, acontecimentos da vida real sobre a segurança que devemos ter na utilização da Internet.
Fábio Alexandre, 9ºT3PA

    Mais uma vez são destacados os perigos do mau uso na Internet. Como sabemos, não podemos revelar informações pessoais a pessoas que conhecemos através da net, porque com alguma informação a mais essas pessoas podem descobrir onde vivemos ou estudamos e fazer-nos mal.
 Aluno da turma 9ºT3PA

     Hoje em dia, a Internet é um grande risco. Temos que ter atenção. Existem muitos predadores online. Os pais devem de ter atenção ao menor, tenha ele 12, 15 ou 16 anos. Os adolescentes procuram muitas vezes um apoio amoroso, ou seja, procuram a paixão em qualquer lado. E, quando acham que encontraram, deixam-se levar inocentemente. Por isso devemos ter o máximo de cuidado, a Internet pode ser um perigo.
      Daniela Martins  9º T3PA 


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Semana da Internet Segura


ALERTAS DO SEGURANET

O QUE PENSAM OS NOSSOS ALUNOS


ALERTA 1
Pode ter sido um dos amigos do Alex, que não gostava do João e mandou os emails. Aproveitou a situação para se fazer passar pelo Alex, ficando este com as culpas.
Tiago Aparício, 8ºB,  nº27


Alguém pode ter visto os emails deles e enviou para os colegas do Alex. Se as mensagens foram enviadas pelo telemóvel, alguém pode ter enviado pelo telemóvel do Alex, ou então, pode tê-las enviado em número privado.
Maria Félix, 9ºB

ALERTA 2 

Eu acho que a Ana devia comprar um CD porque mesmo que ela pague pode ser um site malicioso e pode ser culpada de pirataria.
Afonso Nóbrega, 8ºB, nº2

A Ana deve comprar o CD numa loja legal ou pagar o download da canção de um site legal e reconhecido. Deve respeitar os direitos do autor.
Eliana Pina, 7ºA, nº11


ALERTA 3 
As regras são:
nunca dizer a nossa morada nem o verdadeiro nome;
não falar com pessoas que não conhecemos;
se uma pessoa nos estiver a "chatear" durante muito tempo, devemos avisar as autoridades.
Ricardo Matos, 8ºB, nº 22

Não devemos mostrar a nossas informações pessoais, por exemplo nas redes sociais. Devemos ter cuidado com quem falamos.
Anónimo

ALERTA 4

Devemos ter cuidado, porque nem todos os sites são seguros. Não se deve apostar nem um cêntimo. Nunca se deve dizer o nosso nome verdadeiro,  nem sequer a morada, porque às vezes as pessoas criam sites para burlar as outras ou coisas do género.
Tiago F., 8ºC,  nº24

Deve ter cuidado, porque como ele não conhece ninguém com quem está a jogar. Tem de ter cuidado e não lhe dar confiança. Não deve falar sobre a sua vida particular, porque o outro pode ser um bandido.
Leusana Melo,  7ºB,  nº16


ALERTA 5


Ela não devia ter posto a localidade onde vive, porque as pessoas podem ter outras intenções. Ela não os conhece a todos, apenas alguns. As pessoas podem também copiar a imagem do perfil e modificá-la.
Mirna Samati,  7ºB, nº22

Eu acho que a Ana devia ensinar a amiga a criar a conta com as devidas definições de segurança, uma vez que, nunca se deve expor todas as nossas informações pessoais nas redes sociais, porque nunca se sabe quem está do outro lado do monitor e quais as suas intenções.
Paulo Bruno, 11ºF, nº13

A Ana sugeriu que ocultasse a informação pessoal para que ninguém (como por exemplo um ladrão ou um hacker) a possa assaltar ou raptar.
Judá Imbó,  8ºE,  nº14

Acho que ela vai sugerir à amiga para não colocar informações pessoais, tais como o nome, a localidade onde vive ou, por exemplo, a escola onde estuda, porque ela não sabe quem poderá ler a mesma informação, podendo ser perigosa para ela.
Ana Sofia Silva, 11ºC,  nº5

Vai sugerir que não ponha a sua morada, nome e número de telefone, porque poderão aproveitar-se e fazer mal.
André Oliveira,  7ºB,  nº2




ALERTA 6 

Eu não aceitaria a referência do site, porque não só nunca o tinha utilizado, como também podia ser um site com vírus e podia não ter fontes dignas. E temos o problema do “Copy Paste”, porque é feio copiar quando nos pedem para fazer um trabalho.

João, 11ºPTC