quarta-feira, 2 de maio de 2012

A Secundária Miguel Torga parou para ler!



No âmbito da comemoração do Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, a Escola Secundária Miguel Torga aderiu à iniciativa concelhia “SINTRA PARA PARA LER”, no dia 23 de abril.
Assim, pelas 9h30, no turno da manhã, e as 14h45, no turno da tarde, alunos, corpo docente e não docente interromperam as suas atividades regulares, durante 15 minutos, para juntos partilharem este momento simbólico dedicado exclusivamente ao prazer da leitura.

Acompanhem o périplo da reportagem fotográfica.






















terça-feira, 17 de abril de 2012

As escolas de Sintra param para ler

No âmbito da comemoração do Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, a Biblioteca da Escola Secundária Miguel Torga comunica que na próxima segunda-feira, 23 de abril, a escola vai participar na iniciativa concelhia “SINTRA PARA PARA LER”.

Assim, pelas 9h30, no turno da manhã, e as 14h45, no turno da tarde, alunos, corpo docente e não docente, interromperão as suas atividades regulares, durante 15 minutos, para juntos partilharem este momento simbólico dedicado exclusivamente ao prazer da leitura.

Para esse efeito, todos deverão trazer para a escola o livro que querem ler. Se assim o desejarem, poderão, como sempre, requisitá-lo na biblioteca.
Por acreditar que o prazer de ler se fomenta e contribui para a formação integral dos nossos jovens, a Biblioteca Escolar agradece, desde já, a colaboração de toda a  comunidade escolar.



sábado, 14 de abril de 2012

Os Jograis da Nossa Escola


                                     












Título: Cem anos de solidão                                  
Autor: Gabriel Garcia Marques   


Música: Cantilena
Compositor: Osvaldo Lacerda 
Duração: 13:18'


Jogral: Wilma Ferreira



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Título: O nome da rosa
Autor: Umberto Eco   
Música: canto gregoriano: Choir of the Abbey of Mount Angel
Maestro: Dom David Nicholson, OSB  
Duração: 11:59'


Jogral: Beatriz Fernandes




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Título: O coração das trevas
Autor: Joseph Conrad

Música: Secret Agent
Compositor: Philip Glass  
Duração: 13:14'


Jogral: Beatriz Fernandes




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Título: O estranho caso do Dr. Jekyll e do Sr. Hyde
Autor: Robert Louis Stevenson

Música: Night on Bald Mountain
Compositor: Modest Mussorgsky  
Duração: 5:56'

Jogral: André Moutinho




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Título: O cão dos Baskervilles
Autor: Sir Arthur Conan Doyle

Música: La Mer: Dialogue du Vent et de la Mer
Compositor: Claude Debussy
Maestro: Arturo Toscanini
Duração: 10:43'


Jogral: Frederico Mendonça


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Título: Berta, a Grande
Autor: Cuca Canals


Música: La Vita è Bella
Compositor: Nicola Piovani
Duração:15:24'


Jogral: Wilma Ferreira


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Título: Marley e eu
Autor: John Grogan

Música: Shiny Happy People
Compositor: R.E.M.
Duração: 7:56'



Jogral: Mª Inês Félix


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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Luís de Sttau Monteiro


"Para mim há uma coisa sagrada: ser livre como o vento."




Luís Infante de Lacerda Sttau Monteiro é um dramaturgo incontornável do século XX português. Filho de Lúcia Rebelo Cancela Infante de Lacerda (1903-1980) e de Armindo Rodrigues de Sttau Monteiro (1896 – 1955), nasceu a 3 de abril de 1926, em Lisboa.
Em 1936, com dez anos de idade, partiu para Londres com seu pai, embaixador de Portugal. Em 1943, este último foi demitido do seu cargo por Salazar, pelo que regressaram a Portugal.
Estudou num colégio particular e no Liceu Pedro Nunes. Licenciou-se em Direito, que exerceu apenas durante dois anos. Regressou a Londres e tornou-se piloto de Fórmula 2. Foi aí que conheceu uma jovem inglesa, June Goodyear, com quem se casou em Sintra, em 27 de setembro de 1951.
Ao regressar a Portugal, colaborou em diversas publicações, destacando-se a revista Almanaque e o suplemento A Mosca do Diário de Lisboa. Neste último, escreveu crónicas de crítica de costume, sob a forma de redações escolares, sem qualquer pontuação, assinadas por uma adolescente, a Guidinha.* 
A sua estadia em Inglaterra, durante a juventude, pô-lo em contacto com alguns movimentos de vanguarda da literatura anglo-saxónica. Na sua obra narrativa retratou ironicamente certos estratos da burguesia lisboeta e aspetos da sociedade portuguesa sua contemporânea.
Estreou-se, em 1960, com Um Homem não Chora, a que se seguiu Angústia Para o Jantar (1961), obra que revela alguma influência de escritores ingleses da geração dos angry young men, que o consagrou, e E Se For Rapariga Chama-se Custódia (1966).
Destacou-se, sobretudo, como dramaturgo, nomeadamente com Felizmente há Luar! (1961), peça que, sob influência do teatro de Brecht e recuperando acontecimentos da anterior história portuguesa, procurava fazer uma denúncia da situação sua contemporânea. Esta peça foi publicada em 1961, tendo sido galardoada com o Grande Prémio de Teatro. A sua representação foi, no entanto, proibida pela censura. Só em 1978, após a Revolução do 25 de abril, a peça foi apresentada no Teatro Nacional.
O seu carácter contestatário levou a que fosse preso pela PIDE, em 1967, após a publicação num único volume das peças de teatro A Guerra Santa e A Estátua, sátiras em que criticava a ditadura e a guerra colonial.
Faleceu a 23 de julho de 1993, em Lisboa, tendo como «a única coisa sagrada ser livre como o vento».






Transcrevem-se, seguidamente, alguns excertos das Redacções da Guidinha*, publicadas pela Areal Editores.


"Estou farta de batatas até aos olhos não posso ver batatas à minha frente porque tenho um azar danado enquanto toda a gente hoje tem o DIA mundial da poupança eu nasci numa casa em que andamos há cinco anos ou mais sim ou mais que eu tenho a impressão de que nunca vivemos senão assim mas o melhor é voltar ao que eu estava a contar enquanto toda a gente tem o dia mundial da poupança nós lá em casa andamos no ANO inteiro da poupança e o pior é que já vamos para o quarto ano da poupança e para quê? para chegarmos vivos ao fim do mês vivos mas cheios de batatas até aos olhos (...) deviam dar uma medalha ao meu Pai porque ele é um homem bestial que inventou a tal poupança antes do resto do mundo cá para mim deviam pôr o retrato dele nos livros de história ao lado dos retratos dos navegadores porque ele descobriu a poupança antes dos outros sim porque a verdade é que a gente lá em casa anda a navegar em poupança antes dos outros há tantos anos que nem conhecemos outra coisa eu cá por mim estou à espera para ver se compro um livro de matemática porque com o dinheiro que o meu Pai ganha nem para o ano mas para voltarmos outra vez ao que eu estava a dizer o que eu quero é que ponham debaixo dos cartazes (do Dia Mundial da Poupança) «Viva o Pai da Guidinha que inventou o Ano da Poupança Doméstica» ou qualquer outra coisa parecida para se fazer justiça”





"Tretas tretas tretas a mim é que não me levam mais era o que faltava ou um ou outro é um aldrabão disseram-me que o pai natal descia pela chaminé e eu acendi o fogão para lhe queimar o rabo para ele dar um grito para eu o ver e nicles quem ficou com o rabo a arder fui eu que levei bumba no toutiço por ter gasto gás é só para ver como as coisas são disseram-me que ele trazia presentes do céu e o que ele me trouxe foi uma camisola que eu vi numa montra duma loja em saldo com o preço e tudo isto quer dizer que o Céu fica na Rua dos Fanqueiros ou que me aldrabaram por eu ser criança é o que eu digo mentem à gente mal a gente nasce e depois queixam-se de que a gente em grande queira ir para a política (...) outra porcaria que me fez o pai natal foi dizer ao meu pai que este ano os presentes eram fracotes por causa da crise que há no Céu mas então se aquilo é igual à Terra para que é que lhe chamam Céu anda a gente a privar-se de coisas para ir para o Céu e chega lá e bumba aquilo é como a Graça ou como o Areeiro eu é que não vou nisso e se as coisas não mudam para o ano faço de conta que não sei da crise e mando uma reclamação para o deputado que me representa na assembleia e o pai natal vai ver como é que as moscas picam para aprender a ser profissional a valer que isto dum pai natal amador não interessa a ninguém e muito menos a esta vossa GUIDINHA que não está cá por ver andar os outros."





A Guidinha e o 25 de Abril





Ficção
1960 - Um Homem não Chora
1961 - Angústia para o Jantar
1966 - E se for Rapariga Chama-se Custódia
1965 - A mulher que queria o fim do mundo

Teatro
1961 - Felizmente Há Luar!
1963 - Todos os Anos, pela Primavera
1965 - O Barão (1965, adaptação teatral da novela de Branquinho da Fonseca)
1966 - Auto da Barca do Motor fora da Borda
1967 - A Guerra Santa
1967 - A Estátua
1968 - As Mãos de Abraão Zacut
1971 - Sua Excelência
1979 - Crónica Atribulada do Esperançoso Fagundes




Bibliografia ativa na biblioteca
Felizmente há luar!


Bibliografia passiva na biblioteca
ÂNGELO, Paula - Felizmente há luar! [de] Luís de Sttau Monteiro : introdução ao estudo da obra. S. João do Estoril : Papelaria Bonanza, [199-?]. 84 p.
DELGADO, Isabel Teles Lopes - Para uma leitura de Felizmente há Luar! de Luís de Sttau Monteiro. 1a ed. Lisboa : Presença, 2000. 87 p.. ISBN 972-23-2580-9.
REIS, Fernando Egídio ; SANTOS, Maria Manuela Ventura ; GONÇALVES, Maria Neves L. - Felizmente há luar! de Luís de Sttau Monteiro : análise da obra. 3a ed. Lisboa : Texto, 2001. 96 p. ISBN 972-47-1496-9







quarta-feira, 14 de março de 2012

Camilo Castelo Branco



O Operário das Letras 

O primeiro escritor português a poder viver apenas da escrita


"Filho natural de Manuel Joaquim Botelho Castelo Branco, oriundo de uma farmília da pequena e recente burguesia trasmontana, perde a mãe aos dois anos e o pai aos dez. Por decisão do conselho de família, vai, com a irmã Carolina, viver para Vila Real, a cargo de uma tia paterna, Rita Emília, que não se desvelará muito em carinho pelos dois órfãos. Quando, em 1839, a irmã casa com o futuro médico Francisco José de Azevedo, vai viver com eles para Vilarinho da Samardã e aí, por entre os acasos de uma adolescência nem sempre fácil, recebe a sua primeira formação cultural com as lições do P.e António de Azevedo, irmão do cunhado, que lhe ensina doutrina cristã, latim, francês e língua portuguesa. Aos 16 anos (em 18.8.1841), casa com Joaquina Pereira da França, camponesa do lugar de Friúme, concelho de Ribeira de Pena, onde temporariamente exercia as funções de amanuense; depressa, porém, a abandonaria. A adolescente, que lhe dera uma filha, nascida a 25.10.1841, morreria em 25.11.1847, poucos meses antes dessa filha, falecida a 10.3.1848. A sua volubilidade não tardaria em substituí-la, numa longa cadeia de amores que o levará sucessivamente aos braços de Patrícia Emília, que dele teve também uma filha, Bernardina Amélia, nascida a 25.6.1848; de Isabel Cândida Mourão, religiosa do Convento da Avé Maria; e, por fim, aos de Ana Plácido, a mulher fatal da sua vida."
Clica aqui para continuar a ler a biografia do autor no site da Casa de Camilo.


 


 
Grandes Livros: "Amor de Perdição"
  Camilo Castelo Branco (Parte 1/5) 



Grandes Livros: "Amor de Perdição",
 Camilo Castelo Branco (Parte 2/5) 

Grandes Livros: "Amor de Perdição",
Camilo Castelo Branco (Parte 3/5)
 


Grandes Livros: "Amor de Perdição",
Camilo Castelo Branco (Parte  4/5) 



Grandes Livros: "Amor de Perdição",
Camilo Castelo Branco (Parte 5/5) 




 CINEMA

Baseado na obra homónima de Camilo Castelo Branco, o filme "Mistérios de Lisboa",  que fez mais de 100 mil espetadores no primeiro ano da sua exibição em França, relançou o interesse pela obra de Camilo, tornando-se num dos livros mais vendidos da Fnac Forum, no centro de Paris.  
















"Mistérios de Lisboa" - trailer




Para mais informações sobre Camilo Castelo Branco consulta:
Projecto Vercial, a maior base de dados na Internet sobre literatura portuguesa.
C.I.T.I., Centro de investigação para tecnologias interactivas (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa).
DGLB, Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas.

Obras integrais em formato digital [pdf] na Biblioteca Digital da Porto Editora:

Bibliografia ativa na biblioteca da escola:

Amor de Perdição
Amor de salvação
Amor de perdição: memórias duma família
Aventuras de Basílio Fernandes Enxertado
A brasileira de Prazins: cenas do Minho
Carlota Ângela
Cenas da Foz
A doida do Candal
Doze casamentos felizes
A enjeitada
A filha do arcediago
A filha do Regicida
Um homem de brios
Maria Moisés
Memórias de Guilherme do Amaral
Mistérios de Fafe
A neta do Arcediago
A queda dum anjo
O regicida
O retrato de Ricardina
Vingança
A brasileira de Prazins: cenas do Minho

Bibliografia passiva na biblioteca da escola:

BORREGANA, António Afonso - Amor de Perdição de Camilo Castelo Branco; Os Maias de Eça de Queirós: o texto em análise. 5a ed. Lisboa: Texto, 1998. 77, [3] p. ISBN 972-47-0459-9.
VILELA, Ana Manuela Pires; GUERRA, Dalila Maria Teixeira - Leitura orientada da novela Maria Moisés de Camilo Castelo Branco: 8o-10o ano e curso nocturno. Porto: Porto Ed.,, 1997. 143 p. ISBN 972-0-40165-6.












quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Almeida Garrett



O herói romântico   


Pseudónimo de João Baptista da Silva Leitão. Nasceu no Porto, em 1799 e faleceu em Lisboa, em 1854.
Foi poeta, romancista, dramaturgo, cronista, político. De entre a sua vasta e importante obra, destacam-se Viagens na Minha Terra (literatura de viagens), Frei Luís de Sousa (drama), Folhas Caídas (poesia) ou Romanceiro (uma colectânea de poemas narrativos da tradição oral, também chamados “romances”).
Tem o grande mérito de ser o introdutor do Romantismo em Portugal ao nível da criação textual. Foi ele quem propôs a edificação do Teatro Nacional de D. Maria II e a criação do Conservatório de Arte Dramática.

Roteiro bio-bibliográfico, no sítio da Biblioteca Nacional.



A viagem de Garrett

 RTP2 JPL TVRIP





Não te amo


Não te amo, quero-te: o amor vem d'alma.
E eu n'alma – tenho a calma,
A calma – do jazigo.
Ai! não te amo, não.

Não te amo, quero-te: o amor é vida.
E a vida – nem sentida
A trago eu já comigo.
Ai, não te amo, não!

Ai! não te amo, não; e só te quero
De um querer bruto e fero
Que o sangue me devora,
Não chega ao coração.

Não te amo. És bela; e eu não te amo, ó bela.
Quem ama a aziaga estrela
Que lhe luz na má hora
Da sua perdição?

E quero-te, e não te amo, que é forçado,
De mau, feitiço azado
Este indigno furor.
Mas oh! não te amo, não.

E infame sou, porque te quero; e tanto
Que de mim tenho espanto,
De ti medo e terror...
Mas amar!... não te amo, não.

Almeida Garrett, in Folhas Caídas





Grandes Livros - Episódio 10: "Viagens na Minha Terra",
 Almeida Garrett (1/6)


Grandes Livros - Episódio 10: "Viagens na Minha Terra",
 Almeida Garrett (2/6)



Grandes Livros - Episódio 10: "Viagens na Minha Terra",
 Almeida Garrett (3/6)



Grandes Livros - Episódio 10: "Viagens na Minha Terra",
Almeida Garrett (4/6)



Grandes Livros - Episódio 10: "Viagens na Minha Terra",
Almeida Garrett (5/6)



Grandes Livros - Episódio 10: "Viagens na Minha Terra",
 Almeida Garrett (6/6)


Para mais informações sobre Almeida Garrett consulta:
Projecto Vercial, a maior base de dados na Internet sobre literatura portuguesa.
C.I.T.I., Centro de investigação para tecnologias interactivas (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa).
DGLB, Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas.
Biblioteca Nacional - Bicentenário de Almeida Garrett.

Obras integrais em formato digital [pdf] na Biblioteca Digital da Porto Editora:
Outras obras digitalizadas de Almeida Garrett na Biblioteca Nacional.






quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

PNL: Novidades na Biblioteca para o Ensino Básico



Platero e eu

Juan Ramón Jiménez


"Platero e Eu" é um magnífico poema em prosa,em que Juan Ramón Jiménez descreve o ambientee a vida da gente simples da sua pequena aldeia andalusa, e também a afeição que o une ao burrito Platero, que umas vezes lhe serve de confidente, e outras é o verdadeiro sujeito da acção. Ambos, jovem e burro, percorrem as ruas da aldeia e os campos em seu redor, trocando impressões e imaginando aventuras, ou cruzando-se com alguns dos seus conterrâneos (a filha do carvoeiro que entoa uma canção de embalar, os meninos pobres que brincam, o padeiro que vai entregar o pão ao meio-dia, etc.).





                                

Os três mosqueteiros


Alexandre Dumas

Alexandre Dumas teceu as suas ficções sobre uma trama do século XVII, misturando personagens reais das mais altamente colocadas com personagens imaginárias, conseguindo colocar uma e outras
no panteão dos imortais. A sua inspiração faz agir e falar o monarca absoluto Luís XIII e o temível cardeal Richelieu, Ana de Áustria e Buckingham, reviver toda uma época em que se sucedem as aventuras dos seus heróis, D’ Artagnan, Athos, Porthos, Aramis e essa fascinante Milady, à volta da qual a acção se desenrola com inegável poder dramático.


                                                               

A invenção de Hugo Cabret

Brian Selznick 

Órfão, guardião dos relógios e ladrão, Hugo vive por entre as paredes de uma movimentada estação de comboios parisiense, onde a sua sobrevivência depende de segredos e do anonimato.Mas quando, repentinamente, o seu mundo se encaixa – tal como as rodas dentadas dos relógios que vigia – com o de uma excêntrica rapariga amante de livros e o de um velho amargo, dono de uma lojinha de brinquedos, a vida secreta de Hugo e o seu segredo mais precioso são colocados em risco. Um desenho misterioso, um bloco que vale ouro, uma chave roubada, um homem mecânico e uma mensagem escondida do falecido pai de Hugo formam a espinha dorsal deste intrincado, terno e arrebatador mistério.





Diário secreto de Camila

Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Apesar de ser Inverno e de estar frio, Camila decidiu ir comprar um gelado. Enquanto esperava o troco, deu de caras com um rapaz que lhe pôs o coração em alvoroço. Quem seria? Teria reparado nela? O encontro breve não permitiu tirar conclusões, mas uma coisa era certa: apaixonara-se irremediavelmente. Como lhe pareceu captar indícios de que ele vinha morar para o bairro, nunca mais teve sossego. A vida ganhou um sabor novo, passou a girar ao ritmo dos sentimentos e a concluir longas horas sobre os prédios em redor: Tantas emoções juntas fizeram-na sentir a necessidade de escrever um diário. E o hábito de comunicar ao papel os pensamentos mais íntimos transformou-a numa observadora atenta, crítica, perspicaz. Dia após dia vai aprofundando o conhecimento de si própria, dos outros, do mundo. Multiplicam-se as descobertas e as surpresas, mas a paixão resiste.





A lagoa azul

Henry De Vere Stacpoole 

Depois de um naufrágio, duas crianças aprendem a sobreviver numa ilha deserta nos mares do Sul. Este é o argumento base de um dos romances mais vendidos da literatura inglesa. Desde que apareceu em 1908, esta obra tem tido edições sucessivas no Reino Unido e Estados Unidos.
A adaptação ao cinema, no filme que lançou Brooke Shields, celebrizou ainda mais o livro. Uma obra que é um excelente romance de viagens e aventuras transforma-se num clássico.





As neves de Kilimanjaro e outros contos

Ernest Hemingway

O Kilimanjaro é uma montanha coberta de neve, com seis mil metros de altura, que, segundo se diz, é a montanha mais alta de África. O seu cume ocidental tem o nome de Ngaje Nagai, em masai a Casa de Deus. Estão reunidas neste volume algumas das histórias mais famosas de Hemingway, como a que dá o título ao livro e «A Curta e Feliz Existência de Francis Macomber», ambas consideradas obras-primas do autor. Em «As Neves do Kilimanjaro», o escritor Harry Street, ferido no decorrer de um safari, agoniza, com uma gangrena fulminante, enquanto, junto à sua actual mulher que o acompanha e procura animar, vai recordando os seus antigos amores e os livros que escreveu. Ao longo de páginas arrebatadoras, já adaptadas ao cinema, o leitor assiste então a uma pungente história de paixão, vivida em plena luta pela sobrevivência.






Zorro, o começo da lenda

Isabel Allende

Nascido no sul da Califórnia no século XVIII, Diego de la Vega é um rapaz preso entre dois mundos. O pai, um militar aristocrata espanhol, é um importante latifundiário. A mãe, por outro lado, é uma guerreira da tribo indígena Shoshone. Da avó materna, Coruja Branca, aprende os costumes da sua gente, enquanto que do pai aprende a arte da esgrima e como marcar o gado. Durante a infância, cheia de traquinices e aventuras, Diego é testemunha das brutais injustiças que os indígenas norte-americanos enfrentam pela parte dos colonos europeus, e sente pela primeira vez um conflito interior em relação à sua herança.

Aos 16 anos, Diego é enviado a Barcelona para receber uma educação europeia. Num país oprimido pela corrupção do domínio Napoleónico, o jovem decide seguir o exemplo do seu célebre professor de esgrima, e adere “À Justiça”, um movimento clandestino de resistência, que se dedica a ajudar os pobres e indefesos. Imerso num mundo de um ambiente de revolta e desordem, enfrenta pela primeira vez um grande rival que vem de um mundo de privilégio
Entre a Califórnia e Barcelona, o novo mundo e o velho continente, forma-se a personagem do Zorro, nasce um grande herói e começa a lenda. Depois de muitas aventuras – duelos ao amanhecer, violentas batalhas marítimas com piratas e resgates impossíveis – Diego de la Vega, conhecido também como Zorro, regressa à América para reclamar a propriedade onde cresceu, em busca de justiça para todos aqueles que não podem lutar por si próprios.





A manopla de Karasthan

Filipe Faria

 Na imensidão cósmica existe um mundo, Allaryia, de grandes heróis e vilões infames, de seres de uma beleza indescritível e criaturas maléficas de uma fealdade atroz, nações poderosas e impérios tirânicos. Depois de muitas eras que alternaram entre a paz e a discórdia, encontramos neste primeiro volume das «Crónicas de Allaryia» um tempo de aparente tranquilidade. O povo de Allaryia perdeu o seu campeão - Aezrel Thoryn, provavelmente morto numa batalha contra o Flagelo, a força das trevas, em Asmodeon - e mais do que nunca precisa de protecção. Aewyre Thoryn, o filho mais novo do saudoso rei, pega em Ancalach, a espada do seu pai, decide descobrir o que realmente lhe aconteceu e parte a caminho de Asmodeon. O que o jovem guerreiro não podia prever era que a sua demanda pessoal se iria tranformar na demanda de um grupo particularmente singular, que reunirá a mais estranha e inesperada mistura de seres.




O corsário negro
Emílio Salgari

"O Corsário Negro" é um temido pirata que navega pelos mares do golfo do México causando o terror por todos os lugares onde passa. Mas, na verdade, trata-se de um fidalgo italiano apostado em vingar a morte dos irmãos às mãos de um duque flamengo. O titulo integra a colecção «Os Livros da Minha Vida», escolhido por Eduardo Marçal Grilo.





Gatos e mais gatos

Doris Lessing

«Lá vai gata preta, atarefada, atarefada, verificar focinhos, caudas, pêlos. [...] Gatinhos. Uma criaturinha viva na sua membrana transparente, rodeado pela imundície do seu nascimento. Dez minutos mais tarde, húmido mas limpo, já mamando. Dez dias depois, uma migalha com olhos macios e nebulosos, a boca abrindo-se num silvo de corajoso desafio à enorme ameaça que sente debruçada sobre ele. Nesta altura, em vida selvagem, confirmaria a sua selvajaria, tornando-se um gato selvagem. Mas não, uma mão humana toca-o, um cheiro humano envolve-o, uma voz humana sossega-o. Depressa sai do ninho, confiante de que as gigantescas criaturas à sua volta não lhe farão mal. Cambaleia, depois anda, depois corre a casa toda. [...] Gatinho encantador, gatinho bonito, lindo fofinho pequenino delicioso bichinho - e vai-se embora.»







Kiki Strike e a cidade das sombras

Kirsten Miller

A vida de Ananka Fishbein nunca mais foi a mesma desde que ela decidiu explorar um enorme buraco nas proximidades do seu apartamento, em Nova Iorque. Descendo por uma imunda escada de corda até às profundezas da cidade, Ananka descobre um misterioso compartimento subterrâneo e apercebe-se imediatamente que está perante um grande segredo - mas nem ela podia imaginar as verdadeiras dimensões desse segredo nem, muito menos, as implicações de o ter descoberto!
Na verdade, Ananka não só descobre a lendária Cidade das Sombras sob as agitadas ruas de Manhattan, como acaba por conhecer a misteriosa Kiki Strike, uma rapariga que veste de negro e anda de Vespa e que parece aparecer e desaparecer como por magia.
Milhões de ratazanas, um grupo de raparigas destemidas e dispostas a tudo, esqueletos, tesouros escondidos e uma cidade secreta mesmo por baixo das ruas de Manhattan, eis os ingredientes desta arrebatadora aventura repleta de acção e suspense, que deixará o leitor verdadeiramente "preso" até ao fim, sem nunca saber quem são de facto os malfeitores e aqueles que se batem pela justiça!





Contos da sétima esfera

Mário de Carvalho

No final do Batuque, o jovem cuanhama, muito bebido de cerveja de palma, vergou o arco e disparou uma flecha para as alturas. Era o comportamneto reprovável, pois os anciãos sempre desaconselharam agredir os céus, desculpável, no entanto, pela alacridade ambiente e eflúvios do licor fermentado. Então foi pela primeira vez perfurado o ponto, até aí intocado de voo de pássaro ou mão de homem, em que nascem as transmutações.



                                

Jonas - O mundo real

Disney

Joe, Nick e Kevin Lucas são os membros dos JONAS e transformaram-se em superestrelas internacionais. As fãs adoram-nos, têm uma estilista pessoal e uma limusina para se deslocarem por toda a cidade. É uma vida de sonho. Contudo, quando a Sra Lucas suspeita de que a fama está a subir à cabeça dos seus filhos, decide estabelecer algumas regras.
Terão os irmãos de renunciar a algumas festas dos famosos e ficar em casa? A situação piora quando Joe, Nick e Kevin decidem preparar algo especial para os anos da sua mãe, porque acidentalmente…arruinaram os vídeos familiares da sua infância! Acham que as coisas vão voltar a ser como antes?



 
Stardust
 
Neil Gaiman
 
Tristran achava Victoria Forester a rapariga mais bonita do mundo, e a sua paixão por ela não conhecia limites. Por isso, quando descobriu que afinal havia um caminho para o coração da sua amada sentiu-se radiante! Tudo o que tinha de fazer era apanhar aquela estrela… Mas a estrela de Tristran caiu no País Mágico, no país onde habitam dragões, grifos, basiliscos, hidras, unicórnios, gnomos, enfim, toda a sorte de criaturas extraordinárias e inimagináveis… Uma enorme parede de pedra separa a aldeia de Wall desse mundo fantástico, mas nada poderá demover Tristran, e é justamente quando dá o primeiro passo no País Mágico que tem início a sua fabulosa aventura!

Neil Gaiman, que já foi distinguido com o World Fantasy Award, revela-nos, uma vez mais, o seu inquestionável talento para escrever histórias que nos fazem sonhar…

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Luís Vaz de Camões


"Considerado o poeta da nacionalidade, através da epopeia moderna Os Lusíadas, Luís Vaz de Camões teve uma existência atribulada, atendendo ao pouco que dela se conhece. Estudou em Coimbra, esteve em Ceuta e lutou na Índia, tendo entretanto perdido um olho, e, após o seu regresso a Lisboa, frequenta o Paço, mas vive com dificuldades, de uma pensão régia exígua, não vendo reconhecido o seu mérito. Nascido em 1525, morre em 1580, após o que a sua reputação como grande poeta se firma e não cessa de aumentar, sobretudo depois da perda da independência, cujo sentimento a sua epopeia intensifica." Clica aqui para ler a continuação do artigo no sítio do Instituto Camões.

Os Lusíadas de Luiz Vaz de Camões
 - SÉRIE GRANDES LIVROS -
 Parte 1/6


Parte 2/6


Parte 3/6


Parte 4/6


Parte 5/6


Parte 6/6


OS LUSÍADAS

Consulta e escolhe, aqui, o aspeto a estudar no sítio de Tiago Gaio sobre Os Lusíadas.
Desafios

Consulta os documentários 12) sobre a biografia de Luís Vaz de Camões e completa as informações:

Data do nascimento:
Local:
Origem da família:
Cidades onde viveu:
Curso frequentado em Coimbra:
Local:
Profissão do tio:
Razões da ida para Lisboa:
Rei que governava:
Pedido que fez ao rei:
Razão por que perdeu um olho:
Motivo da sua prisão:
Castigo:
Vantagens das viagens:
O que fez em Goa:
Como viveu em Macau:
O que salvou no naufrágio:
Razão de ter ido para Moçambique:
Quem o trouxe para Lisboa:
Data da morte:
Local do túmulo:
Definição de epopeia:
Objectivo:
Dois títulos de poemas e peças de teatro:







Descarrega aqui Os Lusíadas.





Télécharger ici cette édition de Les Lusiades.

Les Lusiades de Luiz de Camoens, Paris, 1931 


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Title page
The Lusiad or Portugals historicall poem written in portingall language, London, 1655


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